terça-feira, 28 de abril de 2015

   A Doutrina dos Santos Padres, a Tradição: 





Tal é a doutrina claramente expressa no Evangelho, e sempre seguida na Igreja Católica.

Os Santos Padres, desde os tempos Apostólicos até hoje, foram sempre unânimes a respeito desta questão; seria uma página sublime se pudéssemos reproduzir as numerosas sentenças que eles nos legaram.

Citemos pelo menos uns textos dos principais Apóstolos, tirados de suas "liturgias" e transmitidas por escritores dos primeiros séculos.

Santo André diz: "Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu." (Sto Andreas Apost. in transitu B. V., apud Amad.).

São João diz: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu à luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana." (S. João Apost. Ibid).

S. Tiago: "Maria é a Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus" (S. Jac. in Liturgia).

S. Dionísio Areopagita: "Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes." (S. Dion. in revel. S. Brigit.)

Orígenes (Sec. II) escreve: "Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe" (Orig. Hom. I, in divers.)

Santo Atanásio diz: "Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta." (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.).

Santo Efrém: "Maria é Mãe de Deus sem culpa" (S. Ephre. in Thren. B.V.).

S. Jerônimo: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus". (S. Jerôn. in Serm. Ass. B. V.).

Santo Agostinho: "Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus". (S. Agost. in orat. ad heres.).

E assim por diante.

Todos os Santos Padres rivalizaram em amor e veneração, proclamando Maria: Santa e Imaculada Mãe de Deus.

Terminemos estas citações, que podíamos prolongar por páginas afora, pela citação do argumento com que S. Cirilo refutou Nestório:

"Maria Santíssima, diz o grande polemista, é Mãe de Cristo e Mãe de Deus. A carne de Cristo não foi primeiro concebida, depois animada, e enfim assumida pelo Verbo; mas no mesmo momento foi concebida e unida à alma do Verbo. Não houve, pois, intervalo de tempo entre o instante da Conceição da carne, que permitiria chamar Maria "Mãe de um homem", e a vinda da majestade divina. No mesmo instante a carne de Cristo foi concebida e unida à alma e ao Verbo".

Vê-se, através destas citações, que nenhuma dúvida, nenhuma hesitação existe sobre este ponto no espírito dos Santos Padres. É uma verdade Evangélica, tradicional, universal, que todos aceitam e professam.




SANTA MARIA , MÃE DE DEUS,
ROGAI POR NÓS PECADORES
AGORA E NA HORA DE NOSSA MORTE.
AMÉM

Colaboração Ir. Nilza do Carmo

Feliz o Coração da Virgem...


sexta-feira, 24 de abril de 2015

O Chamado de Nossa Senhora a Santa Beatriz

Santa Beatriz nasceu em 1424, na cidade portuguesa de Campo Maior. Era descendente de família real e se chamava Beatriz da Silva. Foi agraciada com uma surpreendente beleza física e grandes qualidades morais. Foi educada pelos franciscanos, que fizeram brotar em seu coração uma forte devoção a Nossa Senhora. Desde menina Beatriz rezava para que a Igreja proclamasse o dogma da Imaculada Conceição de Maria. A beleza, as virtudes e a devoção a Maria serão determinantes no caminho de Santa Beatriz.

Juventude e mudança para Castela

Quando sua prima D. Isabel, rainha de Portugal, se casou com Dom João II de Castela, Santa Beatriz a acompanhou como dama de honra na Corte de Castela, região que hoje faz parte da Espanha. Por causa de sua beleza, simpatia e nobreza, Beatriz logo passou a ser a preferida e admirada pelos cortejos de todos. Beatriz, porém, cultivava um amor cristão pelas pessoas e não se deixava levar pelas paixões mundanas.

Santa Beatriz: perseguida por causa de sua beleza

A Rainha gostava de saber que sua dama de honra era elogiada e querida por todos. Todos falavam da jovem Beatriz, bela e carismática, atraente e virtuosa. Depois, porém, D. Isabel começou a enxergar em Beatriz uma rival. O ciúme se fez presente no coração da Rainha de maneira irreversível. Tanto que, depois de algum tempo, a Rainha decidiu matar Santa Beatriz por asfixia.
Foi assim que, numa noite infeliz a Rainha levou Santa Beatriz até à parte subterrânea do palácio e enterrou-a viva em um cofre que ficava no local. No pensamento da Rainha, o “problema” estava resolvido.

O chamado de Nossa Senhora a Santa Beatriz

Aparentemente a morte era certa no caminho de Santa Beatriz. No auge de sua angústia, ela encomendou sua alma a Deus e, num ato de amor e compreensão, pediu perdão também pela Rainha. Santa Beatriz sentia muito estar prestes a morrer sem receber os sacramentos, mas aceitou a morte próxima.
Mas aquilo que parecia o fim transformou-se no grande chamado de Santa Beatriz. Aconteceu que, de repente, uma grande luz brilhou naquele cofre escuro e Santa Beatriz viu a Virgem Imaculada com o menino Jesus nos braços. Nossa Senhora vestia hábito e escapulário brancos e nos ombros um manto de um azul celeste. Sobre sua cabeça brilhavam doze estrelas.
Maria, então, disse: “Minha filha, vês os hábitos que trago? Pois bem. No fim de três dias serás livre desta prisão e fundarás uma Ordem religiosa em louvor a minha Conceição Imaculada.

Conversão na vida de Santa Beatriz

Depois de três dias todos começaram a notar a ausência de Santa Beatriz na corte. Então, seu tio D. João de Menezes, procurou a Rainha para perguntar sobre sua sobrinha. A Rainha ficou furiosa com a pergunta do súdito e o levou até o cofre, esperando achar ali um corpo em decomposição.
Quando abriram o cofre, porém, a surpresa: Santa Beatriz estava bela, sorridente e com uma aura celestial iluminando seu rosto. A Rainha ficou aterrorizada. Santa Beatriz ajoelhou-se a seus pés e pediu permissão para sair da Corte e ir para um Mosteiro.
Santa Beatriz partiu, então, para o Mosteiro de São Domingos, em Toledo. Sua meta agora era preparar-se no silêncio e na oração, para a grande missão que Nossa Senhora lhe dera.
Quando Santa Beatriz chegou ao Mosteiro de S. Domingos, cobriu seu rosto com um véu a fim de que ninguém mais se perdesse por causa de sua beleza.

Santa Beatriz e as demoras de Deus

Santa Beatriz passou mais de 30 anos no silêncio e na oração no Mosteiro de S. Domingos. Foi como certas árvores gigantescas que, antes de lançarem um broto acima da terra, aprofundam suas raízes, que ficam escondidas sob o solo. Assim foi com Santa Beatriz.
Depois de mais de 30 anos, Nossa Senhora aparece uma segunda vez a Santa Beatriz. A Virgem Maria ordenou o início da construção de sua Ordem religiosa.

Santa Beatriz funda a Ordem das Concepcionistas

Providencialmente, Santa Beatriz recebeu ajuda da filha de sua adversária, também chamada D. Isabel, com o apelido de “a Católica”. Esta se tornou Co-fundadora e benfeitora da nova Ordem religiosa. Doou para a Ordem os Palácios de Galiana e a Igreja de Santa Fé. Ela mesma pediu e obteve a Bula de Aprovação do Papa Inocêncio VIII.
Assim, em 1484, Beatriz deixou o Mosteiro de S. Domingos e, acompanhada de 12 moças, entrou nos palácios de Galiana adaptados à forma de Mosteiro. Ali começaram a viver a vida monástica. Vestiam hábito e escapulário brancos, manto azul e cingiam-se com o cordão seráfico, como na aparição de Nossa Senhora. Mais tarde, todas fizeram os votos perpétuos.

A morte de Santa Beatriz

Aos 67 anos Santa Beatriz recebeu uma terceira visita de Nossa Senhora. Esta lhe disse:
“Minha filha, prepara-te que de hoje a 10 dias virás comigo para o paraíso”. Santa Beatriz pensa na Ordem nascente e em suas filhas espirituais ainda jovens e, numa prece ardente e fervorosa, implora a proteção de Deus para sua obra. Então o Espírito de Deus a inspirou a colocar a Ordem nascente sob a proteção dos Franciscanos, pois eles eram defensores da Conceição Imaculada de Maria.
Depois disso, Santa Beatriz ficou gravemente enferma. Assim, chegou o dia predito pela Virgem Maria: 09 de agosto de 1491. Deitada no seu leito de morte, Santa Beatriz ainda estava com seu rosto encoberto. Então, uma das irmãs, com muita reverência, descobriu lhe o rosto. Foi uma surpresa maravilhosa para todos. Seu rosto conservava toda a beleza da juventude acrescida de uma aura celestial de paz e felicidade e uma luz sobre sua cabeça.
Todas as suas filhas espirituais, mais seis sacerdotes Franciscanos e monjas Cistercienses que tinham vindo assistir aos últimos momentos de Santa Beatriz testemunharam o milagre. A notícia se espalhou rapidamente pela região e o povo invadiu a clausura  para contemplar a Santa do brilho celestial ainda viva, como se já estivesse glorificada no céu. A luz só desapareceu quando a alma de Santa Beatriz subiu para o paraíso.

Devoção à Santa Beatriz

Santa Beatriz deu ao mundo um testemunho vivo de fé no dogma da Imaculada Conceição de Maria, 400 anos antes da sua declaração oficial pela Igreja. Ela nos ensina a saber esperar as demoras de Deus. Santa Beatriz é a santa da decisão, da força de vontade, da paciência, do perdão, da obediência, da maturidade. Santa Beatriz, ensina-nos a sofrer as demoras de Deus com paciência e fé!


Colaboração Ir. Nilza do Carmo

domingo, 19 de abril de 2015

Nossa Senhora do Bom Conselho


Mãe do Bom Conselho - Um quadro entregue pela Providência
Entre as múltiplas reproduções do santo afresco, uma há que mostra ter sido o Brasil objeto de especial predileção, pois foi a própria Mãe do Bom Conselho quem quis enviá-lo para este país.
Em 1760, o Rei de Portugal expulsou de seus domínios de aquém e além-mar a Companhia de Jesus. Dois noviços brasileiros, os irmãos Miguel e José de Campos Lara, decidiram acompanhar no desterro seus irmãos de vocação, partindo para Roma.
Na Itália, ao terminarem seus estudos, receberam a ordenação sacerdotal. Pouco tempo depois, faleceu Miguel. Quanto a José, foi enviado por seus superiores a vários lugares. Porém, cedendo a fortes pressões dos governos da época, em 1773 o Papa Clemente XIV fechou a Companhia de Jesus.
Era uma situação inesperada para o Pe. José, após treze anos de desterro. A vida não foi fácil desde então. Era preciso ter uma fé alcandorada e um alto heroísmo para perseverar em condições tão adversas. E apesar dos anseios de sua família pelo retorno dele à pátria, o jovem sacerdote não desejava voltar ao Brasil.
Em 1785, fazia doze anos que José de Campos Lara vestira pela última vez a batina da milícia de Santo Inácio. E fazia vinte e cinco anos que deixara o país natal!
Certo dia, passeava ele pensativo por uma praia deserta, onde o rumorejar das ondas era suave lenimento para suas dores e preocupações, quando, de súbito, depara com um jovem que o aborda. O rapaz lhe oferece um quadro a óleo que representa a Mãe do Bom Conselho (acima), dizendo-lhe que o levasse para o Brasil. E lhe anuncia que, no lugar onde ela fosse venerada, erguer-se-ia um dia um grande colégio jesuíta. No fim da conversa, o Pe. Campos Lara vê seu interlocutor desaparecer ante seus olhos, ficando convencido de que se tratava de um Anjo.
Após algumas peripécias, volta ele ao Brasil, indo para a chácara herdada dos falecidos pais, na cidade de Itu (SP). Ali erigiu uma capela onde pudesse ser venerada a imagem. Em 1814, ele ouve comovido a notícia de que Pio VII restaurara a Companhia de Jesus! Mas faleceu em 1820, sem ver cumprida a profecia da volta dos jesuítas à Terra de Santa Cruz. Regressaram, porém. E em 1868 ergueram um colégio exatamente naquela chácara.
Em 1872, o quadro da Mãe do Bom Conselho foi entronizado no altar-mor da igreja recém-construída, anexa ao colégio. Oitenta e sete anos haviam transcorrido desde sua entrega miraculosa, sobre as areias da praia italiana, ao jesuíta brasileiro.
E quando este colégio da Companhia foi transferido para a cidade de São Paulo, em 1918, com ele foi também a cópia da imagem de Genazzano

Colaboração Ir. Nilza do Carmo

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Oração à Nossa Senhora do Sacramento Abençoado

Abençoada seja ó Santa e Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus!

Ó Virgem Imaculada, Mãe de Jesus e nossa Mãe , invoco-te  sob o título de Nossa Senhora do mais abençoado Sacramento, porque tu és a Mãe do Salvador que vive na Eucaristia, e porque foi de ti que ele tomou a carne e sangue com o qual ele não alimenta-nos! Invocamos a ti sob o título, novamente, porque tu és a soberana dispensadora de todas graças e, consequentemente, dessas contidas na Eucaristia, também, porque tu deixastes primeiro cumprir os deveres da  vida eucarística, nos ensinando pelo teu exemplo como ajudar capazmente no Santo Sacrifício da Missa e como se comunicar dignamente, e quanto a visitar frequentemente e apelando piedosamente o mais abençoado Sacramento.
V. Rogai por nós, ó Virgem Imaculada, Nossa Senhora dos mais abençoado Sacramento.
R. Que o eucarístico reino de Jesus Cristo pode vir entre nós!

Vamos orar:

Senhor Jesus Cristo, nosso rei e nosso Deus, que depois de se tornar homem para nos fazer seres da divindade, e verdadeiramente nosso pão na adorável Eucaristia, concedendo-nos, tão grande mistério, onde podemos estar presente. Ó mais doce Virgem Maria, de quem tu deixastes  ser concebido pela operação do Espírito Santo! Conceda-nos, que também podemos imitar o culto que ela se tornou na terra para este mais divino Sacramento, para podermos contemplar teu reino eucarístico ,alastrar e prosperar em todo o mundo! Ó tu que vives e reinas para sempre e sempre!


 
 

Colaboração Ir. Nilza do Carmo

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Nossa Senhora do Monte Carmelo - Oferecendo Reparação

À Nossa Senhora do Monte Carmelo
 oferecendo  reparação todos os dias...


 Ó Jesus, através do Imaculado Coração de Maria,
(aqui beijo teu escapulário marrom) e na união
Com o Santo Sacrifício da Missa oferecida
Em todo o mundo, dou-lhe todas as minhas orações,
Funções, alegrias e sofrimentos deste dia em
Reparação para os delitos cometidos contra
O Imaculado Coração de Maria, para meus pecados e
Os pecados do mundo inteiro.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Regína Caéli

Regína Caéli

V. Regína caéli laetáre, allelúia.
R. Quía quem meruísti portáre, allelúia.

...
V. Resurréxit sícut díxit, allelúia.
R. Ora pro nóbis Déum, allelúia.

V. Gáude et laetáre, Vírgo María, allelúia.
R. Quía surréxit Dóminus vére, allelúia.


Oremus: Déus, qui per resurrectiónem Fílii Túi Dómini nóstri Jésu Chrísti múndum laetificáre dignátus es: praésta, quaésumus: ut per ejus Genitrícem Vírginem Maríam, perpétuae capiámus gáudia vítae. Per eúndem Chrístum Dóminum nóstrum. Ámen.
 
  Regína Caéli
 

domingo, 5 de abril de 2015

Nossa Senhora da Graça - 04 de abril

Nossa Senhora da Graça, Normandia, França, Nossa Senhora da Graça é uma das mais antigas capelas marítimas da Normandia. Este santuário foi construído em consequência de um voto feito, em uma grande tempestade, um duque Normando, que era muito devoto à Santíssima Virgem. O jardim desta capela é bonito, cercado por árvores de grandes porte, em meio a relva esmaltada com flores, é bonito e calmo, como as ricas e frescas paisagens da província magnífica do qual faz parte.

Nossa Senhora da Graça aparece como a fortaleza de Honfleur; da pequena montanha que coroa, a boca do Sena é visível e mais longe no oceano, com suas ondas longas de verde escuro, que recebe em seu seio o Rio de águas azuis. Dois caminhos levam à capela: aquele duro e rochoso, o outra liso. Em outras vezes os habitantes de Honfleur tiveram o prazer em mostrar  Nossa Senhora da Graça, na redução da sua inclinação, em cobrindo-o com areia pequena, fina, para que uma princesa graciosa, que tinha se beneficiado  por  generosa recompensa, pode ser capaz de ascender, sem fadiga, quando ela foi para oferecer suas orações e votos à Santíssima Virgem.


(* da vida da Virgem Maria, com a história da devoção a ela por Mathieu Orsini, traduzido do francês.)



A festa de Nossa Senhora da Graça é observada em várias igrejas em momentos diferentes. Maria, por conseguinte, é considerada "cheia de graça" ou, como a mãe que derruba as graças e benefícios em nós.  "Deus conferia a graça da regeneração sobre a humanidade através de virgindade fecunda de Maria; podemos então compartilhar a felicidade no céu."

A imagem familiar de Nossa Senhora da Graça retrata Maria com mãos estendidas para seus devotos e àqueles que as mãos e os raios de luz do fluxo, simbolizando que sempre está pronto e capaz de tomar um banho em cima de nós, seus filhos, todas as graças e bênçãos que desejamos.

"Ave Maria, Lírio de brancura Imaculada, tu arrebatas o olhar da adorável Trindade, habitando na permanência eterna de luz e paz. Salve, Rosa de doçura celestial, Virgem Imaculada, de quem o Rei do céu e da terra escolheu para sua Mãe e quem fez nutrir com teu leite virginal, despeje em nossa alma torrentes de graças divinas. Amém."
Maria, Nossa Senhora da Graça, prometeu a Santa Gertrudes, como lemos no capítulo XIX das revelações, que os tesouros inestimáveis de sua amorosa compaixão seria dado àqueles que ela saudou na oração acima, conhecido como o "Golden Ave Maria," e nas palavras da Santíssima Virgem, e na hora da sua partida, aparecerei com eles vestidos com beleza radiante e derramarei em sua doçura celestial de almas e consolação."